Sindicatos Médicos:

 
Você não está logado
Entrar | Cadastrar

TISS: ANS não recorre e prazo fica suspenso


Foto: Denise Teixeira/Fenam
TISS: ANS não recorre e prazo fica suspenso
Márcio Bichara: "ANS não vai entrar com recurso agora, porque entende que o prazo não é terminativo"


29/10/2008
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) não vai recorrer da decisão da Justiça, que concedeu liminar ao Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro suspendendo o prazo de 30 de novembro para que os médicos implantem em seus consultórios o sistema de troca de informação eletrônica - o padrão TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar). A decisão vale para todo o Brasil. A informação é do diretor de Saúde Suplementar da Federação Nacional dos Médicos, Márcio Bichara, que participou nesta terça-feira, 28/10, da reunião do Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPISS), na sede da ANS, no Rio de Janeiro.

Segundo Bichara, a ANS não vai entrar com recurso agora porque entende que o prazo não é terminativo e o departamento jurídico da Agência vai aguardar o julgamento do mérito. Ele explicou que com a ação judicial do Cremerj e com a liminar suspendendo a troca de informação eletrônica e mantendo o modelo de papel até que os médicos se organizem nos seus consultórios, o prazo de 30 de novembro fica suspenso em nível nacional. "Isso inclusive ajuda a Agência a pressionar as operadoras de planos de saúde a se prepararem, porque para o médico adotar essa nova prática em seu consultório, as operadoras também precisam estar prontas e existem várias que ainda não estão", disse Márcio Bichara, acrescentando que os dirigentes da ANS estão conscientes das dificuldades de implantação da TISS até o prazo estabelecido.

O diretor da FENAM assegurou, ainda, que nenhum prestador de serviço será punido. "Como é uma transição e como não houve rigor e nem punição para as operadoras e para o prestador de serviço pessoa jurídica, a Agência entende que os médicos também não devem ser punidos. A ANS garantiu que não vai permitir que os profissionais que não quiserem aderir à troca eletrônica sofram qualquer pressão por parte das operadoras", assinalou Márcio Bichara.

Para o diretor da FENAM, esse é um processo que não deve ser imposto aos médicos. "Nós achamos que o médico deve aderir, sim, mas se ele tiver condição de aderir ou se for interessante para ele. O médico tem de ser sensibilizado para participar desse processo e não que isso seja imposto a ele", finalizou.
Fonte : Imprensa FENAM



Avalie este conteúdo
Se você achou esse conteúdo interessante deixe seu voto clicando no botao "gostei". Os conteúdos melhor avaliados ficam em destaque para os outros usuários.


Este conteúdo tem 2056 visitas

Para votar, você precisa estar logado no site.


Comentários


Deixe seu comentário






Digite as letras que você vê na imagem ao lado:



Interatividade
Nossos canais na Web 2.0
 
Informativo eletr�nico
Cadastre-se e receba por email as not�cias da









Caso seja mais de um amigo, separe os emails por vírgula.

Para votar, você precisa estar logado no site.


Desenvolvimento: RBW Comunicação |
© Federação Nacional dos Médicos - FENAM (2008)