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Promessas esperadas


Foto: Divulgação/Sindmed
Promessas esperadas
Clóvis Abrahim Cavalcanti é presidente do Sindicato dos Médicos de Niterói, São Gonçalo e Região e integra a diretoria da Fenam


01/09/2008
De quatro em quatro anos, ouvimos tantas promessas para melhorias na saúde e na educação, que se pelo menos elas fossem lembradas no ano seguinte, já teríamos um país sem analfabetos e sem doentes.

Contaríamos com escolas de ótima qualidade, uma em cada rua, com professores recebendo salários reais e a população sem a preocupação de enfrentar a difícil situação que enfrenta todo ano pra conseguir uma vaga para seus filhos estudarem.

Seriam tantos os colégios, que, sobrando vagas, teríamos um ensino de excelência, pois com poucos alunos em cada sala de aula é mais fácil transmitir cultura. Os mestres, por sua vez, sem a necessidade de lecionar diuturnamente, teriam mais tempo para aperfeiçoamentos e atualização periódica, dedicando-se mais aos alunos assim como aos seus familiares.

Não existiriam repetentes; os alunos não abandonariam as escolas e o país cresceria em todos os sentidos.

O trabalho infantil seria coisa do passado. A marginalidade não aumentaria e não teria como envolver os jovens, que estariam estudando, se aprimorando para o mercado de trabalho, e cresceriam com perspectivas de uma vida melhor, com esperanças para o futuro.

Não haveria paralisação dos professores e estaríamos como nação do presente. Eles com orgulho lecionando e impulsionando o progresso para todos.

E o que falar da saúde? Com uma escola e um serviço médico em cada rua não encontraríamos doentes.

Os profissionais da área de saúde, também com salários dignos e fazendo a medicina preventiva, não deixariam ninguém adoecer, salvo casos fortuitos que, imediatamente, seriam tratados e curados.

Morrer só com muita idade ou por fatalidades do destino.

Não teríamos o dissabor da dificuldade nos atendimentos. Filas não mais e os exames, quando solicitados, prontamente seriam realizados.

Existindo saúde e educação, as doenças do passado como desnutrição, dengue, hanseníase, verminoses, entre tantas outras, apenas seriam encontradas nos livros. Havendo estudo todos viveriam com boa alimentação e com saúde física, mental e espiritual, sem chances de adoecer.

A vitalidade e o saber dos brasileiros que contagiam o mundo, onde esteja um nosso cidadão, seriam mais algumas razões para termos orgulho.

Mas como somos um povo otimista, acreditamos e esperamos sinceramente que façam por nós e pela nossa pátria aquilo que prometem e só assim seremos realmente um país feliz no total sentido dessa palavra.

Acreditar com esperanças, essas são as tônicas dos brasileiros.


Fonte : Clóvis Abrahim Cavalcanti



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