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M?dicos do Into operam em Manaus pacientes que seriam obrigados a deixar o Amazonas para conseguir cirurgia



23/09/2005
Manaus - Terminou hoje no Hospital Geral Adriano Jorge, na capital amazonense, um mutir?o de cirurgias de coloca??o de pr?teses de joelhos e quadris, iniciado na segunda-feira (19). Vinte e sete pacientes que seriam obrigados a deixar o Estado para receber tratamento foram operados na capital gra?as a uma parceria entre o governo estadual e o Minist?rio da Sa?de, representado pelo Instituto Nacional de Tr?umato-Ortopedia (Into).



O mutir?o faz parte do programa Suporte em Ortopedia e Traumatologia (Suport): por meio de um acordo de coopera??o t?cnica com dura??o de cinco anos, o Into doa a cada estado ou munic?pio parceiro R$ 2,3 milh?es para a compra de equipamentos e realiza capacita??o dos profissionais locais, com a realiza??o de cursos ? dist?ncia e de atividades pr?ticas (como os mutir?es de cirurgia de m?dia e alta complexidade).



"O programa busca fixar profissionais qualificados, incentiva o desenvolvimento de uma resid?ncia m?dica e de uma p?s-gradua??o em n?vel de mestrado e doutorado. O objetivo principal do conv?nio ? voc? diminuir as barreiras que existem entre as regi?es do pa?s", declarou Eduardo Rinaldi, coordenador de Programas Institucionais do Into.



Segundo ele, quando o Suport surgiu, em 2003, ao Acre, n?o havia nenhuma cidade da regi?o Norte onde fossem realizadas cirurgias de alta complexidade em traumatologia e ortopedia. "Hoje, Rio Branco j? est? fazendo as primeiras cirurgias de alta complexidade nessa ?rea. Em um curto espa?o de tempo, Manaus tamb?m far?, porque o n?vel dos profissionais daqui est? acima da m?dia das cidades fora do eixo Sul-Sudeste. O que falta ? equipamento e materiais de consumo", afirma ele.



Cada mutir?o de cirurgia gasta em m?dia R$ 500 mil com materiais cir?rgicos fornecidos pelo Into. "Os gastos com a estadia dos profissionais ficam por conta da secretarias de Sa?de, mas 95% dos custos de todo o programa s?o cobertos pelo minist?rio", contou Rinaldi. "Esses pacientes seriam operados em outras cidades pelo mecanismo do Tratamento fora de Domic?lio (TFD), cujo ?nus ? da secretaria de Sa?de, ou via Centro Nacional de Refer?ncia Alta Complexidade (CNRac), bancado pelo Minist?rio da Sa?de. Ent?o os mutir?es representam tamb?m uma economia", completa. O programa, segundo ele, j? atua no Mato Grosso do Sul, Acre, Rond?nia, Tocantins, Minas Gerais e na cidade de Macap? (Amap?).



Segundo informa??es do diretor-presidente da Funda??o Hospital Adriano Jorge, Mauro Lippi Filho, passadas por meio de assessoria de imprensa, h? 470 pacientes no Amazonas na fila de espera por cirurgias de m?dio e alta complexidade em tr?umato-ortopedia. A funda??o realiza, por m?s, cerca de 110 cirurgias tr?umato-ortop?dicas, sendo 80% delas de m?dia complexidade.





Fonte : Ag?ncia Brasil - 23/09/2005



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