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Evento em Manaus re?ne oito pa?ses para discutir HIV/aids nas fronteiras da Amaz?nia



19/09/2005
A vulnerabilidade para as doen?as sexualmente transmiss?veis (DST) e a aids nas regi?es de fronteira da Amaz?nia ? tema de uma oficina de coopera??o t?cnica entre oito pa?ses. Promovido pelo Minist?rio da Sa?de, por meio do Programa Nacional de DST e Aids, o evento acontecer? em Manaus (Amazonas), de hoje (19) at? o dia 21 de setembro. Participam representantes do Brasil, Venezuela, Col?mbia, Bol?via, Peru, Guiana, Suriname e Guiana Francesa, que pertence ? Fran?a. Com esses oito pa?ses, o Brasil tem 13.191 quil?metros de fronteira na regi?o Amaz?nica. ? a maior extens?o de fronteiras da Am?rica do Sul.



Com a oficina, espera-se fortalecer a coopera??o t?cnica entre os pa?ses para aprimorar a resposta ao HIV/aids e outras DST nas fronteiras amaz?nicas. A partir do evento, dever?o ser produzidos planos de trabalho conjuntos, incluindo o estabelecimento de sistemas de refer?ncia e contra-refer?ncia nas ?reas de assist?ncia, preven??o, gest?o, direitos humanos e vigil?ncia epidemiol?gica. No encontro, os representantes dever?o estabelecer os termos de um documento de compromisso conjunto, definindo estrat?gias, planos de trabalho e responsabilidades. O documento ser? apresentado aos ministros da Sa?de dos pa?ses envolvidos.



Em geral, as regi?es fronteiri?as da Am?rica do Sul apresentam especificidades em rela??o a DST e aids. Os resultados de uma pesquisa sobre aids nas fronteiras brasileiras, realizada pelo Minist?rio da Sa?de em 2003, demonstraram que os indicadores epidemiol?gicos dessas ?reas n?o diferem, de forma significativa, das demais regi?es com as mesmas caracter?sticas demogr?ficas. No entanto, o potencial de expans?o da epidemia e a vulnerabilidade da popula??o residente ou tempor?ria nessas regi?es s?o maiores do que nas demais regi?es, observa Mari?ngela Sim?o, diretora adjunta do Programa Nacional de DST e Aids.



Vulnerabilidade



Os principais fatores de vulnerabilidade nas fronteiras est?o relacionados ao uso e ao tr?fico de drogas, ? explora??o sexual (inclusive de jovens e crian?as), ao tr?fico de seres humanos e ? prostitui??o. O dif?cil acesso a determinados grupos populacionais, muitos dos quais vivem isolados na floresta, mesmo em cidades, ? outro complicador. "Esses elementos influenciam o comportamento de algumas popula??es e influenciam diretamente o contexto das DST e da aids nessas regi?es", explica Mari?ngela.



Pelo Brasil, participar?o representantes de 25 munic?pios de seis estados - Acre, Amap?, Amazonas, Par?, Rond?nia e Roraima. Juntos, os estados brasileiros t?m 8.149 casos de aids registrados, entre 1980 e junho de 2004. Tamb?m estar?o na oficina representantes de 14 munic?pios dos oito pa?ses. Est?o confirmadas as presen?as de coordenadores nacionais, estaduais e municipais de programas de DST/Aids, secret?rios municipais de Sa?de e integrantes de organiza??es da sociedade civil. A oficina ? patrocinada pelo Grupo de Coopera??o T?cnica Alem? (GTZ) e pelo Departamento para o Desenvolvimento Internacional do governo brit?nico (DFID).



Parceiros nacionais: Funda??o Nacional de Sa?de (Funasa), ?rea T?cnica de Sa?de Mental/SAS/MS, Minist?rio da Defesa e Secretaria Nacional Anti-Drogas.



Parceiros internacionais: Programa Conjunto das Na??es Unidas para o HIV/Aids (UNAIDS), Organiza??o Mundial de Sa?de (OMS), Organiza??o Panamericana de Sa?de (OPAS), Fundo das Na??es Unidas para a Inf?ncia e a Adolesc?ncia (UNICEF), Representantes das Redes Comunit?rias da Am?rica Latina e Caribe (ALC) e Governo da Fran?a.





Fonte : Ag?ncia Sa?de - 19/09/2005



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