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Renan confirma para esta quarta (16) votação da MP do Mais Médicos


Foto: Hoana Gonçalves (FENAM)
Renan confirma para esta quarta (16) votação da MP do Mais Médicos
Durante audiência em agosto, presidente do Senado, Renan Calheiros, ouve reivindicações dos presidentes das entidades médicas.


15/10/2013
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), confirmou para esta quarta-feira (16) a votação da MP 621/13, que cria o Programa Mais Médicos. "A expectativa é a melhor possível. A medida provisória está trancando a pauta e deve ser votada amanhã (16). Não há problema nenhum. É uma necessidade e já há um convencimento. E o Senado vai colaborar para que ela seja rapidamente aprovada", afirmou.

Em agosto deste ano, a categoria médica foi ao Senado pedir apoio nas pautas que tramitavam na casa relativas à saúde pública. Durante reunião no gabinete da presidência do Senado, Renan recebeu os médicos Geraldo Ferreira, presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam); Florentino Cardoso, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB); e Roberto d’Ávila, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Na ocasião, o presidente da FENAM explicou à Renan que o programa Mais Médicos pode ser útil à sociedade, na medida em que procura estender a presença do médico ao locais onde não há atendimento. Mas, alertou que o no programa há desrespeito aos direitos trabalhistas ao ofertar bolsa.

"Levar profissionais para o interior é nobre, mas nós viemos pedir o seu apoio para que a MP seja corrigida, com respeito à legislação, com a realização de concurso público e o oferecimento de condições de trabalho, para que não seja apenas um engano à população", disse Geraldo Ferreira.

"Levar profissionais para o interior é nobre, mas nós viemos pedir o seu apoio para que a MP seja corrigida, com respeito à legislação, com a realização de concurso público e o oferecimento de condições de trabalho, para que não seja apenas um engano à população", disse Geraldo Ferreira.

Durante a audiência, o presidente do Senado, por sua vez, assegurou que defende que o médico tem o direito de escolher onde quer prestar o trabalho, seja na iniciativa privada ou pública (se referindo à residência médica obrigatória). Ele informou que, em conversa com a presidenta, alertou que agora seria uma oportunidade de iniciar o processo da carreira pública para médicos.

"Eu quero que vocês não tenham nenhuma dúvida que o processo legislativo é democrático. As portas dessa casa estarão permanentemente abertas. Toda vez que houver a necessidade, nós conversaremos e garantiremos a manutenção desse diálogo", ressaltou.
Fonte : Valéria Amaral com Agência Senado



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