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Médicos participam do Dia Nacional de Protesto convocado pela FENAM


Foto: Sinmed-RN
Médicos participam do Dia Nacional de Protesto convocado pela FENAM
No Rio Grande do Norte, foi realizada uma manifestação durante a tarde, que agregou um número significativo de profissionais.


09/10/2013
Atendendo à convocação da Federação Nacional dos Médicos (FENAM) para o Dia Nacional de Protesto, os médicos de todo o país se mobilizaram nesta terça-feira (08). O movimento da categoria é para mostrar a indignação com a precariedade da saúde pública e do trabalho médico, agravados pelas contradições do projeto de Lei de Conversão 26 (MP 621), que trata do programa Mais Médicos.

No Rio Grande do Norte , foi realizada uma manifestação que começou às 16h e agregou um número significativo de profissionais que questionam a medida ditatorial do governo em retirar dos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) a autonomia para a concessão dos registros médicos, desempenhando uma medida política e eleitoreira, sem pensar nos riscos que pode causar a população brasileira.

A vice-presidente do Sinmed-RN, Mônica Andrade, declarou que "os médicos estão morrendo angustiados por não conseguirem cuidar do seu povo". E complementou: "Estamos nas ruas em defesa da profissão médica, da categoria e da saúde digna para os brasileiros".

No Rio de Janeiro , os médicos realizaram um ato público em frente à sede do Ministério da Saúde, na Rua México, contra a MP 621, que criou o programa Mais Médicos. A convocação foi feita pelo Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Cremerj e pela Somerj e Amererj. O presidente do SinMed/RJ, Jorge Darze, salientou que o conteúdo da MP é puramente eleitoreiro. "Essa medida provisória 621 se caracteriza por várias violações da legislação brasileira, além de expor a população a situação de risco. O projeto tem a finalidade exclusiva de ser um instrumento de campanha de reeleição da Presidente Dilma Rousseff", destacou.

No Ceará, o sindicato dos médicos (SIMEC) reuniu a imprensa para uma entrevista coletiva. Das 15h às 16 horas, médicos paralisaram atividades durante uma hora para conversar com pacientes e funcionários no intuito de mostrar que estão do lado da população e que também são vítimas do caos em que se encontra a saúde no país. O médicos mastologista, Fernando Melo, fez a sua parte e garantiu: "Parei, conversei com os pacientes, eles foram bastante receptivos. Dei entrevistas juntamente com diversos pacientes que elogiaram os médicos e declaram apoio", relatou.

A ideia foi que os sindicatos médicos regionais coordenassem a suspensão parcial do atendimento, fizessem marchas na rua, protestos em frente aos hospitais, praças, secretarias de saúde, câmaras ou assembleias legislativas. O dia foi escolhido por ser a data da votação do Plenário da Câmara dos Deputados. A sugestão também foi para que os médicos usem roupas ou faixas pretas, em alusão ao momento de luto vivido pela categoria.
Fonte : Imprensa FENAM



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