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ES: Assembleia nesta quinta-feira (26), com indicativo de greve, com médicos do Hospital Infantil de Vitória


Foto: SIMES
ES: Assembleia nesta quinta-feira (26), com indicativo de greve, com médicos do Hospital Infantil de Vitória
Os médicos reivindicam melhoria na segurança do local, denunciam insalubridade para médicos e pacientes, sobrecarga de trabalho, a não convocação de aprovados no último concurso público, entre outros.


23/09/2013
Os médicos do Hospital Estadual Infantil Nossa Senhora da Glória (Heinsg) em Vitória farão na próxima quinta-feira (26/9) uma assembleia para deliberar sobre paralisação do atendimento, caso o governo do estado não atenda às reivindicações da categoria. Como não houve negociação ou comunicação por parte do Governo, o indicativo é de que haja greve.

No dia da assembleia também se encerra o prazo concedido pelos profissionais ao Governo do Estado para que solucione problemas como insegurança, superlotação e falta de profissionais na escala de emergência, por exemplo. A questão é que desde o último dia 03/09, quando os médicos encaminharam documento ao Secretário de Saúde e Ministério Público um documento contendo sua pauta de reinvindicações, nenhuma resposta foi obtida e não houve comunicação oficial frente aos pleitos dos médicos.

O presidente do Simes e vice presidente da Fenam, Dr. Otto Baptista disse que o Sindicato alerta que há indicativo de greve. Â"Soubemos pela imprensa que o governo vai reduzir a idade limite para atendimento no Infantil, uma das pautas encaminhadas pelo Sindicato. Não houve negociação e nem conversa. Com base nisso e no que foi decidido na última assembleia, caso não aconteça uma comunicação oficial, vamos indicar na assembleia do dia 26 a paralisação do atendimentoÂ", disse.


A decisão pela paralisação foi tomada após a elaboração de uma extensa lista de solicitações com prazo de 15 dias para o pronunciamento do Governo do Estado a cerca dos pleitos. Os médicos reivindicaram melhoria na segurança do local, com a disponibilização do dispositivo conhecido como botão do pânico, segurança armada e sistema de vídeo monitoramento nas áreas comuns do hospital.

Os profissionais denunciaram ainda problemas graves como condições insalubres para médicos e pacientes, sobrecarga de trabalho por falta de profissionais na escala dos plantões e a não convocação de classificados no último concurso público para integrar o quadro do hospital.

Problemas como falta de protocolo de atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) também são queixas dos médicos do Infantil que recebem um volume grande de pacientes sem gravidade que poderiam ser tratados nos seus municípios. A equipe do Hospital solicitou a contratação emergencial de mais médicos para atuaram no plantão e a fiscalização do Conselho Regional de Medicina em relação às condições de atendimento, de trabalho e sanitárias.

A assembleia com o corpo clínico do Hospital Infantil vai acontecer no auditório da instituição, na quinta-feira (26/9), às 19h.
Fonte : SIMES



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