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PR: dirigente da FENAM debate o Mais Médicos com Magistrados


Foto: Simepar
PR: dirigente da FENAM debate o Mais Médicos com Magistrados
Jorge Darze iniciou sua fala repassando alguns documentos que expressam a opinião das entidades médicas sobre o programa.


18/09/2013
O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Jorge Darze, participou na manhã desta terça-feira da III Semana Institucional da Magistratura do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, que abrange o Paraná e tem sua sede em Curitiba. O evento, que é organizado pela Escola Judicial do TRT, visa trazer aos magistrados uma série de debates sobre assuntos de interesse geral da população sob o prisma do papel do Poder Judiciário.

Darze falou sobre o Programa Mais Médicos sob o ponto de vista dos médicos e de suas entidades representativas. Além dele, participaram do debate o Paulo Poli Neto, Diretor de Atenção Primária da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba e a Professora Jussara Maria Leal de Meirelles. Mestre e Doutora em Direito pela UFPR. Pós-Doutora junto ao Centro de Direito Biomédico da Universidade de Coimbra.

A mesa foi coordenada pela Desembargadora Marlene Teresinha Fuverki Suguimatsu, que já em sua fala inicial apresentou um dos principais problemas do programa mais médicos, que é a precariedade das relações de trabalho, sendo essa polêmica o principal motivo para o programa ser um dos temas debatidos no evento.

Jorge Darze iniciou sua fala repassando alguns documentos que expressam a opinião das entidades médicos sobre o programa, entre eles o fascículo produzido em conjunto pela Associação Nacional dos Médicos Residentes, Associação Médica Brasileira, Conselho Federal de Medicina, Federação Nacional dos Médicos e Federação Brasileira das Academias de Medicina, que apresenta as fragilidades técnicas e legais da MP 621.

O argumento da urgência para as "condições especiais" do programa, foi refutado logo de início. Para isso, Dr. Jorge mostrou dados e imagens que mostram que a precariedade do atendimento na saúde pública no Brasil não é recente, sendo portanto, um problema crônico.

Mario Ferrari, diretor financeiro da Federação Nacional dos Médicos acompanhou Jorge Darze no debate. Para ele, é sintomático que os magistrados do trabalho estejam discutindo o programa mais médicos pois o programa deverá render um grande passivo trabalhista, além dos riscos à saúde da população.
Fonte : SIMEPAR



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