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RS: sindicato visita SAMU e constata falta de infraestrutura



02/09/2013
O diretor do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS), Jorge Eltz de Souza, esteve nesta última sexta-feira (30) visitando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). O médico conversou com os colegas sobre o serviço que é prestado à comunidade diariamente e verificou a falta de infraestrutura na rede para os profissionais darem continuidade ao seu trabalho.

Segundo os reguladores, a maior dificuldade é a falta de leito. Rotineiramente, os hospitais encaminham fax para o SAMU, comunicando a superlotação das casas de saúde, o que determina o início de uma via crucius do médico regulador em busca de vaga.

Somado a isso, o SAMU também é o único responsável pelo transporte de pacientes do SUS na remoção entre as UTIs de Porto Alegre, onde a frota disponível além de não ser suficiente também não contempla reserva.

O desconhecimento dos usuários também acaba fazendo com que muitos liguem para o 192 solicitando a verificação de óbito ou um simples transporte. Além disso, não são raros os casos em que o Poder Judiciário, conhecedor desta dinâmica que possui o SAMU, solicite apoio para efetivar a remoção de pessoas envolvidas em demandas judiciais, que dada a gravidade do quadro clínico, necessitem ser removidas das suas casas para avaliação em Hospitais ou unidades de saúde especializadas.

Para o diretor do SIMERS, que acompanhou o atendimento na central do SAMU, o trabalho além de ser de extrema responsabilidade, é tenso. "Além da falta de vaga nos hospitais, o número de ambulâncias é insuficiente. O gestor tem que aumentar a frota," disse, Eltz.

Somente na regulação, o suporte é dado por uma equipe de plantonistas formados por cinco telefonistas, uma rádio operadora e quatro médicos. Os plantões, que são de 6h, 12h e 24h, não conta com o número de médicos suficiente para integral cobertura da escala, por isso, em regra, nos horários de menos pico (noite e feriados e finais de semana) a equipe médica responsável pela regulação fica em três médicos. O 192 recebe em média 1,5 mil ligações por dia.

Dicas sobre SAMU

No momento da ligação para a central do SAMU 192, é importante descrever nos mínimos detalhes como a pessoa que precisa de socorro está se sentindo, desta forma, o médico poderá orientar com mais precisão quem necessita de auxílio.

Em caso de pessoas que moram sozinhas e pedem socorro para um amigo, e este faz a ligação de outro local, além de descrever claramente o que o paciente está sentindo, deverá contatar algum familiar que se desloque até a casa para abrir a porta. Caso esta pessoa não tenha ninguém que possa fazer este procedimento, ligue para a Brigada Militar, pois o SAMU não tem poder de polícia. Poderá ir até o local e ficar sem poder resgatar o paciente.
Fonte : SIMERS



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