Sindicatos Médicos:

 
Você não está logado
Entrar | Cadastrar

Entidades médicas pedem apoio ao presidente do Senado


Foto: Hoana Gonçalves (FENAM)
Entidades médicas pedem apoio ao presidente do Senado
Presidente do Senado, Renan Calheiros, ouve reivindicações dos presidentes das entidades médicas durante reunião


08/08/2013
Como parte das mobilizações pela derrubada dos vetos à Lei do Ato Médico e da Medida Provisória 621, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), recebeu nesta quinta-feira (08), os médicos Geraldo Ferreira, presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam); Florentino Cardoso, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB); e Roberto d’Ávila, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM). A reunião, em Brasília, foi convocada pelo senador Paulo Davim (PV-RN) que também foi pedir apoio ao parlamentar nas pautas que tramitavam relativas à saúde pública.

Durante a audiência, o presidente da FENAM explicou à Renan que o Programa Mais Médicos pode ser útil à sociedade, na medida em que procura estender a presença do médico ao locais onde não há atendimento. Mas, destacou que o movimento sindical não aceitará se no programa houver desrespeito aos direitos trabalhistas. "Levar profissionais para o interior é nobre, mas nós viemos pedir o seu apoio para que a MP seja corrigida, com respeito à legislação, com a realização de concurso público e o oferecimento de condições de trabalho, para que não seja apenas um engano à população", disse Geraldo Ferreira.

O presidente do Senado, por sua vez, assegurou que defende que o médico tem o direito de escolher onde quer prestar o trabalho, seja na iniciativa privada ou pública (se referindo à residência médica obrigatória). Ele informou que, em conversa com a presidenta, alertou que agora seria uma oportunidade de iniciar o processo da carreira pública para médicos. "Eu quero que vocês não tenham nenhuma dúvida que o processo legislativo é democrático. As portas dessa casa estarão permanentemente abertas. Toda vez que houver a necessidade, nós conversaremos e garantiremos a manutenção desse diálogo", ressaltou.

Na ocasião, o presidente do CFM afirmou que os vetos da presidente Dilma Rousseff e a imposição da MP 621 em trazer médicos de outros países sem a devida comprovação do diploma ( Revalida) diminuirá a qualidade do serviço prestado à população . "O protesto é um movimento da sociedade, não apenas dos médicos. Não pode haver um SUS para rico e outro para pobre. Importar médicos sem diploma revalidado é fazer dois tipos de SUS", afirmou d’Ávila.

FONTE: Valéria Amaral




Avalie este conteúdo
Se você achou esse conteúdo interessante deixe seu voto clicando no botao "gostei". Os conteúdos melhor avaliados ficam em destaque para os outros usuários.


Este conteúdo tem 1001 visitas

Para votar, você precisa estar logado no site.


Comentários


Deixe seu comentário






Digite as letras que você vê na imagem ao lado:



Interatividade
Nossos canais na Web 2.0
 
Informativo eletr�nico
Cadastre-se e receba por email as not�cias da









Caso seja mais de um amigo, separe os emails por vírgula.

Para votar, você precisa estar logado no site.


Desenvolvimento: RBW Comunicação |
© Federação Nacional dos Médicos - FENAM (2008)