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SP: 5 mil médicos e estudantes saem às ruas contra a vinda de médicos estrangeiros sem revalidação de diplomas


Foto: SIMESP
SP: 5 mil médicos e estudantes saem às ruas contra a vinda de médicos estrangeiros sem revalidação de diplomas
Como solução para o problema da falta de profissionais de saúde em áreas remotas e nas periferias, as lideranças médicas pedem a aprovação da PEC que cria a carreira médica.


04/07/2013
Ao som de palavras de ordem como "Vem para a rua, vem pela saúde!", cerca de cinco mil manifestantes entre médicos, estudantes de medicina e residentes médicos protestaram ontem (3), na Avenida Paulista, contra a importação de médicos sem a revalidação de diplomas para atender a população das periferias das grandes cidades e das comunidades do interior.

Para o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), a medida anunciada pelo governo trará um desserviço à parcela mais vulnerável e carente da população. "Por suposição são profissionais tecnicamente despreparados para atendimento à população brasileira. A nossa grande apreensão é de que esse exercício traga uma desassistência às pessoas, porque não ser assistido é um problema menor do que ser mal assistido, o que pode causar agravamento de doenças provocado por más indicações médicas", conta Cid Carvalhaes, dirigente do Simesp.

"Defendemos que todo médico formado fora do Brasil deve se submeter ao Exame2013-07-03_17.11.58.jpg Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (REVALIDA), além de haver a necessidade, para os estrangeiros, de aplicação de prova de suficiência em língua portuguesa. Tais medidas são o mínimo necessário para garantir segurança às pessoas, principalmente as que residem em áreas carentes, essas que mais precisam de uma saúde pública de qualidade", completa Carvalhaes.

Como solução para o problema da falta de profissionais de saúde em áreas remotas e nas periferias, as lideranças médicas pedem a aprovação imediata da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 454/2009, que cria a carreira médica nos serviços públicos federal, estadual e municipal, semelhante à de juízes e promotores.

De acordo com as entidades, incluindo o Simesp, o problema do atendimento integral, contudo, não depende somente da melhor distribuição geográfica de médicos. "A realidade é que o serviço de saúde pública está sucateado há muito tempo. Diariamente, foi marginalizada pelos administradores até chegar ao estado caótico que encontramos hoje. Nos grandes serviços de urgência existe falta de enfermeiros, técnicos de todas as naturezas, pessoal de administração, segurança, limpeza, cozinha, lavanderia, insumos, aparelhagem instrumental e medicamentos adequados. E quem paga o preço do descaso é a população", explica o dirigente do Sindicato.
Fonte : SIMESP



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