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SP: sindicato convoca assembleia para discutir Lei da “Carreira Médica”


Foto: Internet
SP: sindicato convoca assembleia para discutir Lei da “Carreira Médica”
Governo rejeitou 21 sugestões de emendas apresentadas pelo Simesp em audiência pública.


28/05/2013
Definir uma nova estratégia para as modificações da Lei Complementar 1.193 (Lei da “Carreira Médica”) é fundamental para que os profissionais sejam realmente beneficiados, de acordo com o Sindicato dos Médicos de São Paulo (SIMESP). Por essa razão, o Sindicato, junto à Federação dos Médicos do Estado de São Paulo (Femesp), fará uma assembleia geral dos médicos do Estado de São Paulo, no dia 6 de junho, às 20h, no auditório do Simesp (1º andar).

Em virtude das várias críticas e da falta de clareza em boa parte dos artigos do Projeto de Lei Complementar 39/2012 (que foi sancionado e se tornou a Lei Complementar 1.193), o Simesp apresentou 21 propostas de emendas à Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de São Paulo no dia 30 de outubro de 2012, as quais foram publicadas no Diário Oficial do Poder Legislativo. O governo rejeitou todas as propostas apresentadas. “As sugestões foram feitas em audiência pública, a bancada governista, que tem maioria na Casa, impediu qualquer alteração no texto original enviado pelo governador”, explica o presidente do Simesp, Cid Carvalhaes.

A partir do pagamento dos salários referentes ao mês de fevereiro, os médicos do Estado constataram o engodo que é o plano de carreira instituído pelo governo. Muitos deles se queixam, inclusive, de redução salarial e criticam o fato de a Secretaria de Estado da Saúde ter anunciado que os médicos poderiam ter salário de até 14 mil reais, mas que na prática está havendo redução de valores. Além disso, questionaram o fato da grande maioria dos médicos ter sido classificada na categoria I, mesmo com muitos anos de exercício da profissão.

Segundo o presidente do Simesp, os critérios de enquadramento não são claros e o caminho para promoções é muito longo. “Por exemplo, se um médico hoje com mais de 20 anos de exercício for enquadrado na primeira classe, não terá tempo hábil para chegar à terceira, a menos que possa trabalhar por mais 20 anos antes de completar 70 anos de idade”, relata.
Fonte : SIMESP



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