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RS: IPERGS ignora reajuste e quer mais prazo para responder a médicos


Foto: Divulgação/Internet
RS: IPERGS ignora reajuste e quer mais prazo para responder a médicos
O presidente do IPERGS, Valter Morigi, apresentou pedidos de mais prazo, como 90 dias para estudos, e alegou falta de pessoal para dar andamento ao exame do impacto da CBHPM (valores de referência para os honorários) no orçamento.


30/04/2013
Uma reunião que não acrescentou em nada na busca por melhores condições de remuneração de médicos e demais prestadores do IPE-Saúde. Este foi o saldo do novo encontro, nessa segunda (29), entre todas as entidades que compõem o Grupo Paritário do IPE-Saúde e a direção do instituto. O diretor do Sindicato Médico do RS (SIMERS) Jorge Eltz lamentou a postura da instituição, que ignora os pleitos e nada propõe de concreto que possa qualificar a relação com os profissionais.

Na próxima semana, representantes dos integrantes do grupo - entidades ligadas aos médicos, a hospitais, clínicas e laboratórios - voltam a conversar para avaliar medidas que possam sensibilizar e garantir a valorização dos prestadores. SIMERS, CREMERS e AMRIGS reforçam a convocação aos 7,2 mil médicos credenciados para a assembleia em 15 de maio, em Porto Alegre. A plenária decidirá os caminhos a serem seguidos pelos profissionais que atendem mais de 1,1 milhão de beneficiários do plano. Uma pesquisa para avaliar a relação entre os credenciados e o instituto está em andamento.

"Ficamos no mesmo ponto. O presidente do IPERGS, Valter Morigi, apresentou pedidos de mais prazo, como 90 dias para estudos, e alegou falta de pessoal para dar andamento ao exame do impacto da CBHPM (valores de referência para os honorários) no orçamento. É lamentável que os gestores adotem esta postura em uma negociação que não avança desde 2011", ressaltou Eltz. O Sindicato cobra transparência da execução orçamentária do órgão e aponta que o Fundo de Assistência à Saúde (FAS) tem recursos para complementar as demandas por atualização. Há suspeita de que verbas do FAS estejam sendo usadas no concetio de Caixa Único.

No Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde, na quinta-feira passada (25), as três entidades médicas denunciaram o IPE-Saúde como o plano com a pior remuneração. A consulta vale R$ 47, única abaixo de R$ 50 entre as maiores operadoras. Após o último reajuste, em 2011, referente a 2010, o governo manteve o valor congelado, aumentando a defasagem em relação ao pleito de R$ 80 pela consulta e valores praticados pelo mercado. Desde a mobilização deflagrada em 2012, 12 empresas sentaram para negociar com a Comissão Estadual de Honorários Médicos RS (CEHMRS), sendo que dez apresentaram propostas de reajuste, algumas já em vigor. O Estado soma 2,5 milhões de beneficiários de planos privados.
Fonte : Simers



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