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Comissão estuda projetos que podem ser solução para a crise da Saúde


Foto: Agência Senado
Comissão estuda projetos que podem ser solução para a crise da Saúde
Os presentes criticaram os cortes no orçamento e cobraram mais investimentos.


12/04/2013
A Comissão Temporária que foi criada no Senado para discutir a situação da Saúde Pública e propor soluções para investimentos na área realizou, nessa quinta-feira (11), sua primeira audiência. Os participantes cobraram mais investimentos para a saúde e defenderam a proposta que obriga a União a investir 10% de suas receitas correntes brutas ao Setor.

Os problemas enfrentados pelo SUS foram apresentados pelo secretário de Gestão Estratégica do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro; pela presidente do Conselho Nacional de Saúde, Maria do Socorro de Souza; e pelo conselheiro Nacional de Saúde, Ronald Ferreira. Eles criticaram os cortes no orçamento e cobraram mais investimentos. Também defenderam a proposta de iniciativa popular que destina 10% do orçamento da União para a área. Atualmente, o gasto público é de aproximadamente 4% do Produto Interno Bruto (PIB). O projeto já conta com o apoio de 70 entidades e um milhão duzentas e cinquenta mil assinaturas, como explicou o conselheiro nacional de saúde Ronald Ferreira.

O senador Humberto Costa (PT-PE), que é o autor do pedido para a criação e relator da comissão, disse que vai levar em conta as sugestões feitas pelos convidados e apresentar em menos de três meses as medidas que possam ampliar os investimentos na saúde pública. Além disso, os participantes defenderam a discussão de outros projetos que tramitam na Casa, como a distribuição de 50% dos royalties do petróleo e a taxação de grandes fortunas.

A presidente do CNS disse que o maior problema, hoje, é o contingenciamento de recursos da Saúde. Para ela, o governo não dialoga com a sociedade e, por isso, não prioriza o que a população acredita ser o setor mais importante. O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) também criticou o contigenciamento, que ele considerou "inadmissível, ainda mais quando se deve tantos recursos para a saúde pública".

A comissão foi criada em março deste ano e deve apresentar seu relatório em 90 dias. O colegiado é composto de cinco senadores, titulares e suplentes.
Fonte : Com informações da Agência, Rádio,TV Senado e Política & Poder



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