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Conselho participa ações para aumentar segurança do paciente


Foto: CFM
Conselho participa ações para aumentar segurança do paciente
A proposta do Ministério da Saúde é prevenir e reduzir incidência de erros e falhas durante o atendimento e internação de paciente nas redes pública e privada.


02/04/2013
O Conselho Federal de Medicina (CFM) participou nessa segunda-feira (1) do lançamento do Programa Nacional de Segurança do Paciente que institui ações de vigilância sanitária para a segurança do paciente em hospitais e serviços de saúde. “A segurança ao paciente é um critério que faz parte dos compromissos vocacionais do médico, portanto o CFM se coloca como parceiro neste projeto”, ressaltou o presidente do CFM em exercício, Carlos Vital, que concluiu: “lembrando que os médicos já exercem sua atividade conscientes deste dever. Porém, todos os esforços que venham ao encontro do aprimoramento desses cuidados contribuem para a consecução dos objetivos dos médicos que tem no paciente o maior alvo de sua atenção”.

A proposta do Ministério da Saúde é prevenir e reduzir incidência de erros e falhas durante o atendimento e internação de paciente nas redes pública e privada– como quedas, falhas na identificação do paciente e administração incorreta de medicamento.

Segundo estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a cada dez pacientes atendidos em unidades hospitalares um sofre de evento adverso. Os dados revelam que no Brasil a ocorrência deste tipo de incidente é de 7,6%, sendo que desses 66% são evitáveis. “ocorrências inaceitáveis. Provocamos mudanças para que o serviço se reestruture”, defendeu o ministro Alexandre Padilha.

Para prevenir essas ocorrências, o Ministério da Saúde torna obrigatório que todos os hospitais montem equipes especificas para aplicar e fiscalizar regras sanitárias. Com o programa também passa a ser obrigatória a notificação mensal desses eventos.

Parceria – Durante o lançamento, o Conselho Federal de Medicina (CFM) assinou, ainda, um termo de cooperação com o Ministério da Saúde para promover o treinamento de estudantes e profissionais em três áreas específicas: bioética, ética do exercício profissional e procedimentos clínicos seguros. Os treinamentos serão realizados na modalidade presencial nas escolas médicas e na modalidade de ensino à distância.
Fonte : CFM



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