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Presidente da FENAM continua se comprometendo com as lutas do movimento médico em 2013


Foto: Viviana Lira
Presidente da FENAM continua se comprometendo com as lutas do movimento médico em 2013
"As bandeiras históricas continuarão a ser nossas guias e a FENAM se desdobrará para estar em todo o Brasil solidária às lutas dos médicos”.


11/01/2013
Em entrevista à FENAM TV, o presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Geraldo Ferreira, fez um balanço do trabalho da entidade no ano de 2012 e revelou suas expectativas para 2013. Assista !

"Avançamos o que podíamos, mas as lutas não são fáceis e continuarão esse ano. Temos certeza que trabalhando em unidade no movimento médico, e com uma atuação muito forte no Congresso Nacional, nós conseguiremos alcançar o que desejamos".

Ele enfatizou a nova fase da FENAM com a última manifestação no Rio de Janeiro e continua se comprometendo com o movimento médico brasileiro.

"Para 2013 tivemos a primeira sinalização, através do " Grito dos Médicos: RESPEITO! ", que vai se repetir em todos os estados. As bandeiras históricas continuarão a ser nossas guias e a FENAM se desdobrará para estar em todo o Brasil solidária às lutas dos médicos."

Duas datas já foram destacadas para o ano que se inicia. Primeiro de maio, dia do trabalhador, foi escolhido para um grande encontro em Natal que reunirá sindicatos, conselhos e associações. E em 30 de novembro, a Federação comemorará 40 anos e o desejo é celebrar com grandes conquistas.

Bandeiras defendidas pela FENAM em nome dos médicos brasileiros:

• Desprecarização do trabalho médico;
• Médicos federais: recuperação da gratificação de desempenho (GDM);
• Regulamentação da Medicina;
• Piso FENAM;
• Planos de Cargos, Carreiras e Vencimento – PCCV;
• Ensino de qualidade na Medicina;
• Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras - REVALIDA;
• Não à abertura indiscriminada de escolas de Medicina;
• Assistência digna na saúde pública brasileira;
• 10% da receita corrente bruta da União para a saúde;
• Combate, punição e devolução de recursos desviados da saúde;
• Não às terceirizações do serviço público de saúde;
• Não à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares- EBSERH;
• Não aos abusos dos planos de saúde.
Fonte : Fernanda Lisboa



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