Sindicatos Médicos:

 
Você não está logado
Entrar | Cadastrar

AL: sindicato e governo chegam a acordo e greve é suspensa


Foto: Regina Carvalho
AL: sindicato e governo chegam a acordo e greve é suspensa
“Foi um avanço para o movimento médico, claro que com muita luta. Agradecemos o apoio de todas as entidades médicas”.


25/09/2012
Dirigentes do Sindicato dos Médicos de Alagoas se reuniram na tarde terça-feira (25) com o governo do estado para negociar a greve dos médicos legistas do Instituto Médico Legal de Maceió e Arapiraca. Ficou acordado garantir condições mínimas em 30 dias para o funcionamento do IML, salário de 6.100 reais a partir de outubro (atualmente é de 2.600 reais) e o arquivamento dos processos contra o presidente do Sinmed, Wellington Galvão, e outros médicos, como também das multas. Amanhã (26), os grevistas voltam ao trabalho.

"Foi um avanço para o movimento médico, claro que com muita luta. Agradecemos o apoio de todas as entidades médicas que se solidarizaram com a situação", declarou Galvão. Ouça depoimento na Rádio FENAM

Os médicos reivindicavam por melhorias de trabalho e salariais. Acusados de descumprir mandado expedido pelo Tribunal de Justiça de Alagoas, que determinava o retorno aos trabalhos, Galvão e outros médicos foram detidos pela polícia civil na tarde desta última segunda-feira (24).

O presidente do Sinmed prestou depoimento e foi liberado. Colegas fizeram manifestação na delegacia, repudiando a prisão. À noite, os sindicalistas se reuniram em assembleia na sede do sindicato para decidir os rumos do movimento. Em protesto, houve uma paralisação geral de uma hora em todos os serviços de saúde da capital.

"Os médicos de Alagoas estão demonstrando que a categoria tem força. Não sou bandido, represento uma categoria importante para a sociedade e luto pelo bem estar daqueles que tanto fazem bem à população," destacou o dirigente.

A Federação Nacional dos Médicos (FENAM), que já vinha acompanhando a situação, manifestou apoio ao Sinmed e repúdio à ação da justiça alagoana. Após detenção do sindicalista, Wellington Galvão, a entidade acionou o setor jurídico que tomou as devidas providências. Um advogado foi escalado para elaborar uma petição de habeas corpus caso fosse mantida a ordem de prisão.

"O trabalhador tem direito à greve. É um direito constitucional e a ordem é passível de ser suprimida. O habeas corpus caçaria o decreto de prisão pela ilegalidade", afirmou o assessor jurídico da FENAM, Antônio Alves.


Sindicato de Alagoas emite nota oficial de agradecimento e anuncia o fim da greve.
Fonte : Fernanda Lisboa



Avalie este conteúdo
Se você achou esse conteúdo interessante deixe seu voto clicando no botao "gostei". Os conteúdos melhor avaliados ficam em destaque para os outros usuários.


Este conteúdo tem 964 visitas

Para votar, você precisa estar logado no site.


Comentários


Deixe seu comentário






Digite as letras que você vê na imagem ao lado:



Interatividade
Nossos canais na Web 2.0
 
Informativo eletr�nico
Cadastre-se e receba por email as not�cias da









Caso seja mais de um amigo, separe os emails por vírgula.

Para votar, você precisa estar logado no site.


Desenvolvimento: RBW Comunicação |
© Federação Nacional dos Médicos - FENAM (2008)