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RS: médicos de PAs deflagram mobilização por melhorias em São Leopoldo



27/03/2012
Não é só no Hospital Centenário que há graves deficiências para a assistência à população de São Leopoldo. Esta semana médicos que atuam nos postos 24 horas do município deflagram mobilização para assegurar equiparação de salários com os plantonistas do Centenário, adoção de classificação de risco nos atendimentos e reforço na estrutura de equipamentos e pessoal para o atendimento adequado dos pacientes. As reivindicações srão encaminhadas à Secretaria Municipal de Saúde e à Administração Municipal, adianta a diretora do Sindicato Médico do RS (SIMERS) Clarissa Bassin.

No documento, serão solicitadas informações sobre a direção técnica dos serviços. Reunião na unidade situada no bairro Campina, na noite de sexta (23), mostrou que uma das maiores carências é de médicos. Não há número suficiente de profissionais para garantir escalas de plantão em número adequado. Clarissa identificou ainda que a população é informada de que dispõe de atendimento em pediatria, mas não especialistas na área. "O clínico não é o profissional preparado para dar conta da complexidade que envolve o cuidado com crianças. Vamos verificar a stuação nos outros postos", antecipu a diretora do Sindicato.

A implantação de classificação de risco é uma forma de ter hierarquia na assistência e também de priorizar os casos típicos de pronto atendimento. Os serviços 24 horas, segundo Clarissa, seguem normas próprias do Ministério da Saúde e que incluem disponibilidade de materiais e exames para cuidados dos doentes. A equiparação da remuneração é antiga reivindicação. A medida já havia sido prometida pela Administração, mas não chegou a ser enviada à Câmara de Vereadores, para apreciação.

"Os médicos estão se exonerando dos postos devido aos baixos vencimentos e as dificuldades para contratação só aumentam, sobrecarregando quem ainda está no quadro", esclarece a diretora. O município realizou diversos concursos públicos nos últimos anos e não conseguiu preencher vagas. A carência de médicos em algumas especialidades, como cardiologia, aumenta o tempo de espera por consultas (pode levar anos) e dificulta o acompanhamento de pacientes que tiveram alta do Centenário, exemplificou Clarissa.
Fonte : SIMERS



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