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CE: comissão de ética médica do HGF confirma suspensão de cirurgia de câncer de mama por falta de material



03/01/2012
A Comissão de Ética do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), visando proteger a tradicional imagem de respeito, dedicação e responsabilidade dos médicos deste Hospital em relação aos seus pacientes e em resposta à matéria publicada no jornal O Povo no dia 14 de dezembro de 2011, versando sobre a suspensão de cirurgia de câncer de mama por falta de material, esclarece que trata-se de uma informação VERDADEIRA, assim como naquele momento aconteceu com outros procedimentos cirúrgicos de alta complexidade. Esta Comissão ressalta ainda que o corpo clínico do HGF, como sempre, vem contribuindo na resolução do problema de desabastecimento que vem ocorrendo desde setembro de 2011, sempre encaminhando a questão para instâncias superiores de gestão.

Comissão de Ética Médica
Comissão do HGF

Confira a matéria publicada no jornal "O Povo", no dia 14/12/11

Denúncia de suspensão de cirurgias é feita; HGF rebate

A mulher encheu o peito de esperança quando soube que ficaria internada para ser operada no dia seguinte. Era a chance de se ver livre do câncer de mama. Foi submetida a exames e passou a madrugada "no soro" num dos leitos do HGF.

Mas veio a frustração. Foi na última quinta-feira, 8. "No dia seguinte, me disseram que não estavam realizando cirurgias de câncer por falta de material. E me mandaram pra casa", resume Fátima Lira.

Ela diz ter recebido a recomendação de esperar um contato da unidade. Recebeu. Volta às 7 horas de amanhã ao HGF para passar pelo mesmo processo. "Gosto nem de imaginar que vou ter que fazer um dos exames de novo. É horrível! Perguntei se, agora, era certeza de fazerem (a cirurgia). O médico disse que não tinha certeza de nada. Isso é um desrespeito", lamenta.

O caso veio à tona após o deputado Heitor Férrer denunciar a situação na Assembleia Legislativa ontem. Ele afirmou ter recebido e-mails de dois médicos do HGF denunciando a falta de materiais básicos como luvas e a suspensão de cirurgias.

Procurado pelo O POVO, o diretor-geral do hospital, Zózimo Luíz de Medeiros, negou que procedimentos cirúrgicos sejam suspensos por falta de materiais. "Todo dia, mas todo dia mesmo, há uma ou outra cirurgia adiada porque há probleminhas com equipamentos e o médico acha, por segurança, melhor adiar. Mas, sendo adiado, outro entra no lugar", pontuou.

Segundo Zózimo, os procedimentos no centro cirúrgico da emergência passaram de 259, em agosto, para 349, em novembro. Exames têm média mensal de 142 mil. "A gente não tem como parar", assegurou.
Fonte : SIMEC



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