Sindicatos Médicos:

 
Você não está logado
Entrar | Cadastrar

AL: médicos do PSF continuam em greve


Foto: Sinmed-AL
AL: médicos do PSF continuam em greve
Em assembleia, médicos decidiram manter a greve que já dura mais de 2 meses


16/12/2011
Médicos do Programa de Saúde da Família (PSF) do estado de Alagoas continuam em greve. A categoria reivindica por reajustes salariais e pelo Plano de Cargos e Carreiras e Vencimentos. As negociações entre sindicato e prefeituras continuam e cerca de 40 municípios já encerraram a greve, devido aos acordos bem sucedidos entre as partes. Mas de acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos de Alagoas (Simed/AL), Wellington Galvão, a luta continua pelos médicos de outros municípios.
"Agora, temos que lutar pelo restante, cujos salários ainda estão defasados", esclareceu Wellington, referindo-se a locais, a exemplo de Cajueiro, Messias, Palmeira dos Índios e São Miguel dos Campos, que estão com o "Programa estagnado".

As reivindicações contemplam um piso salarial de R$ 18 mil, preconizado pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam), e que, segundo Galvão, suprirá a demanda da nova jornada de trabalho de 40h semanais, determinada pelo Ministério Público Federal (MPF). O presidente salienta que as negociações estão abertas, junto às prefeituras. "Caso não haja acordo que assegure um salário compatível com as horas trabalhadas, a categoria pedirá demissão", alertou o presidente do Sinmed, ressaltando que os possíveis reajustes vão depender do perfil de cada município, isto é, distância, demanda de pacientes, número de unidades de saúde, dentre outros fatores.

Desde o surgimento do Programa, os médicos obtiveram, somente, um reajuste de 18,5%, com um quadro de diferenças salariais. Tais disparidades ocorreram quando o repasse - 70% de todos os recursos - ficou a encargo das prefeituras, uma vez que o Ministério da Saúde (MS) não conseguiu acompanhar o aumento do salário mínimo. Conforme acentuou Wellington, a saúde deveria ser tripartite: União, Estado e Município, o que "não corresponde à realidade vivenciada pelos servidores".

Os médicos do PSF de Maceió não chegaram a aderir ao movimento grevista, pois não possuem motivos para negociações.

Apesar da paralisação, 30% dos serviços continuam em pleno funcionamento.

Em entrevista à FENAM TV , o sindicalista explicou o andamento das negociações. Confira!
Fonte : Gazeta Web, com alterações



Avalie este conteúdo
Se você achou esse conteúdo interessante deixe seu voto clicando no botao "gostei". Os conteúdos melhor avaliados ficam em destaque para os outros usuários.


Este conteúdo tem 1138 visitas

Para votar, você precisa estar logado no site.


Comentários


Deixe seu comentário






Digite as letras que você vê na imagem ao lado:



Interatividade
Nossos canais na Web 2.0
 
Informativo eletr�nico
Cadastre-se e receba por email as not�cias da









Caso seja mais de um amigo, separe os emails por vírgula.

Para votar, você precisa estar logado no site.


Desenvolvimento: RBW Comunicação |
© Federação Nacional dos Médicos - FENAM (2008)