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I Médico Mídia Norte: médicos e jornalistas discutem relacionamento entre as áreas


Foto: SIMEAM
I Médico Mídia Norte:  médicos e jornalistas discutem relacionamento entre as áreas
Esta é a primeira edição do evento realizado na Região Norte do país.


25/11/2011
Teve início nesta sexta-feira (25), em Manaus, o "I Médico/Mídia - Regional Norte". O evento abriu sua rodada de debates com a mesa "Funções da Assessoria de Imprensa e o relacionamento do jornalista com a fonte". A postura do médico diante da imprensa também foi abordado no encontro que continua neste sábado (26).

O evento, idealizado pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam), e coordenado pelo Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam), tem como objetivo estimular o debate sobre comunicação e saúde. Esta foi a primeira edição do encontro na região Norte. "Este evento é importante para estabelecer o vínculo necessário entre os profissionais médicos e jornalistas. É preciso que as áreas se entendam para prestar a população uma informação mais completa e de qualidade", acentuou o presidente do Simeam, Mario Vianna,

Assessora de comunicação na área de saúde há 15 anos, a jornalista Andréa Arruda falou sobre a importância dos assessores e suas funções. "Nosso dever maior é facilitar a relação entre jornalistas e médicos, tornar a linguagem acessível para o público em geral, estar disponíveis e também aprender a lidar com as notícias negativas, sem omitir a verdade e buscando soluções", ressaltou.

Em sua apresentação, a médica Sigrid Cardoso ressaltou a importância de o médico estar preparado para lidar com os veículos de comunicação, saber o que dizer e como se portar. "Seja acessível, crie uma relação de confiança, valorize sua assessoria de comunicação, seja referência no que faz e mantenha a iniciativa", aconselhou.

Durante o período aberto para perguntas, a principal discussão foram as razões que levam os veículos de comunicação a ter os profissionais de medicina como causadores de males como mau atendimento, mortes e erros.

A jornalista Andréa Arruda esclareceu que isso se deve ao apelo emocional que esses casos despertam. "O paciente vitima de erro médico, por exemplo, tem muito mais apelo emocional na mídia, do que alguém que espera há anos por uma indenização da Justiça. Faz parte do ser humano, as pessoas são mais atraídas pelas notícias ruins e sensacionalistas. Não acredito que o problema esteja nos médicos".

O evento, voltado para médicos, jornalistas, estudantes de comunicação e de medicina, além de gestores das duas áreas discutirá ainda temas como ética profissional, novas mídias, realidade dos médicos no Brasil, o médico na mídia, entre outros.
Fonte : SIMEAM



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