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MS: médicos são agredidos por pacientes nas UPA's e CRS


Foto: Imprensa SinMed/MS
MS: médicos são agredidos por pacientes nas UPA's e CRS



25/02/2010
Dirigentes do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul se reuniram nesta quarta-feira (24), com representantes da Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Campo Grande para discutir a onda de violência contra médicos na rede pública de saúde. Na última semana, o SinMed/MS encaminhou um ofício ao prefeito Nelsinho Trad (PMDB) solicitando 10% de reajuste salarial e solução para o problema de insegurança nas unidades. A categoria afirma que os baixos salários e a consequente falta de profissionais, aliados a um período de epidemia de dengue, são responsáveis pela onda de agressões nos postos de saúde.

A diretoria do Sindicato dos Médicos explica que com a valorização do profissional, por meio de reajuste salarial e melhores condições de trabalho, outros profissionais vão ser atraídos para a rede pública de atendimento. Dessa forma, o déficit de especialistas será solucionado e o atendimento também vai ser mais ágil, reduzindo consequentemente a violência nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA's) e nos Centros Regionais de Saúde e (CRS).

A entidade, no entanto, ratificou a necessidade de se reforçar a segurança nos postos. Marco Antonio Leite, presidente em exercício do sindicato, lembrou que os guardas municipais dispostos nas unidades não são treinados para conter conflitos. "Um deles, inclusive, foi assaltado esta semana", disse.

O presidente da Câmara, vereador e médico Paulo Siufi (PMDB), apoiou as reivindicações e demonstrou grande preocupação com a situação de insegurança. "Daqui a pouco, poderemos ter colegas assassinados. A primeira confusão que acontecer vai ter gente entrando com punhal dentro do posto", alertou.

Paulo Siufi e os vereadores Loester Nunes (PDT), Jamal Salém (PR) e Clemêncio Ribeiro (PMDB) comandam, no dia 8 de março, uma audiência pública sobre o assunto, a partir das 19h na Câmara. Eles esperam sensibilizar o prefeito, Nelson Trad Filho, e o secretário de saúde da capital, Luiz Henrique Mandetta, sobre a falta de médicos, baixos salários e insegurança nas unidades.
Fonte : Imprensa/SindmedMS, com edição de Denise Teixeira



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