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Simesp denuncia demissões de médicos e residentes atuando em carga horária excessiva



02/02/2010
Denúncias feitas pelo Sindicato dos Médicos de São Paulo fizeram com que médicos e pacientes do Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho promovessem uma manifestação nesta terça-feira, 02/02, em frente àquela unidade de saúde, contra as demissões de médicos e a manutenção de residentes desempenhando funções de profissionais e com carga horária excessiva. De acordo com a diretoria do Simesp, como consequência dessas demissões os pacientes sofrem em longas filas de espera e a qualidade do atendimento vem sendo comprometida.

Em declaração a um jornal de São Paulo, o presidente do Simesp e diretor da FENAM, Cid Carvalhaes, disse que "as demissões e a mudança na rotina de atendimento estão comprometendo o tratamento ministrado aos doentes, muitos deles em idade avançada".

Em carta aberta aos usuários do Instituto, o Simesp e o corpo clínico do ICAVC solicitaram aos pacientes e familiares empenho para que a direção aja imediatamente, antes que a situação se torne insustentável.

A diretoria do Simesp também está convocando os médicos para uma assembleia nesta quarta-feira, dia 3, às 20h, no auditório do sindicato. Na reunião, serão avaliadas que tipo de medidas podem ser tomadas sobre o problema no Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho.

Abaixo, a íntegra da carta aberta aos usuários do ICAVC

SINDICATO DOS MÉDICOS DE SÃO PAULO
CARTA ABERTA AOS USUÁRIOS DO INSTITUTO DO CÂNCER ARNALDO VIEIRA DE CARVALHO

Gravidade da situação atinge principalmente os pacientes
Direção não se manifesta

O corpo clínico do ICAVC e o Sindicato dos Médicos de São Paulo
(Simesp) informam aos usuários e familiares que uma série de problemas
têm ocorrido no Instituto, sendo os mais graves demissões imotivadas de médicos e outros profissionais e alteração na dinâmica de atendimento (com sérias consequências no que se refere à qualidade, agilidade e, evidentemente, à saúde dos pacientes).

O Simesp, depois de ouvir os médicos, que vêm se reunindo em assembleias na sede do Sindicato, procurou a direção do ICAVC, na tentativa de estabelecer diálogos. Para surpresa do Simesp, foi grande a resistência encontrada, mesmo depois de ampla exposição feita pela diretoria do Sindicato.

A situação vem se arrastando e os pacientes, que necessitam de cuidados
especiais e frequentes, não podem sofrer as consequências de política
administrativa que está se mostrando completamente equivocada.

Inadiáveis iniciativas devem partir da direção do Instituto. Solicitamos aos pacientes e seus familiares que se empenhem nessa luta, ao lado dos médicos e do Sindicato, a fim de pressionar a direção a agir imediatamente, sob o risco de a situação tornar-se ainda mais
insustentável.

Atitudes divorciadas dos fundamentos democráticos, com declaradas
intransigências, demonstram atropelos administrativos incompreensíveis
em uma sociedade livre e plural, assentada em pleno Estado de Direito.

Corpo clínico e diretoria do Simesp
São Paulo, 01 de fevereiro de 2010




Fonte : Imprensa FENAM, com informações de Imprensa Simesp



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