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Médicos têm novo Código de Ética


Foto: Denise Teixeira
Médicos têm novo Código de Ética
IV CONEM reuniu médicos de todas as regiões do país para aprovar o novo Código de Ética.


31/08/2009
Durante cinco dias, representantes de entidades médicas de todo o país se reuniram em São Paulo, na IV Conferência Nacional de Ética Médica (CONEM), para promover mudanças no Código de Ética da categoria, que há 21 anos não era atualizado. A abertura do evento aconteceu na noite do dia 25/08, com uma palestra sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) proferida pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Durante a conferência, delegados das entidades médicas com direito a voto formaram 11 grupos de trabalho para analisar as 300 propostas pré-selecionadas das 2.575 que haviam sido enviadas ao Conselho Federal de Medicina por médicos e membros da sociedade civil organizada.

Entre as principais questões debatidas estavam a autonomia do paciente, os avanços tecnológicos, a relação médico-paciente e o uso de seres humanos e animais em pesquisas. O novo Código de Ética Médica entrará em vigor 180 dias após sua publicação no Diário Oficial, o que deverá ocorrer dentro de duas semanas.

Segundo o Coordenador da Comissão Nacional de Revisão do Código de Ética Médica, Roberto D´Ávila, o novo código ficou mais enxuto e foi dividido em três partes: 25 princípios fundamentais, 23 direitos e 122 artigos que abrangem as obrigações e o modo de agir do médico. D´Ávila acredita que a revisão fez com que o código ficasse de mais fácil compreensão aos médicos. "Acho que nós fizemos o melhor código que se poderia fazer, porque os princípios fundamentais, parte pedagógica do código, foram ampliados; os conceitos foram melhorados e ampliados e os deveres mais bem explicitados. Agora, fica mais fácil os médicos se orientarem pelo código", disse Roberto D´Avila.

O vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Eduardo Santana, membro da Comissão de Revisão, comemorou a aprovação do código. "Este é um momento de muita alegria. Conseguimos aprovar um Código de Ética que pudesse atender a real necessidade do exercício da medicina", apontou Santana.

"Este novo código atualiza a prática médica em um contexto diferente. Ele engloba as perplexidades frente aos avanços tecnológicos e reafirma o respeito que o médico tem com seu paciente", disse o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade.




Fonte : Taciana Giesel e Denise Teixeira



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