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RS: sindicato propõe ao MP acordo com municípios para contratar médicos



24/07/2009
O presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) e da FENAM, Paulo de Argollo Mendes, entregou um documento ao Ministério Público estadual sugerindo acordos com prefeituras para contratação emergencial de médicos, seguindo remuneração do piso salarial nacional da categoria, hoje em R$ 7 mil. Argollo foi recebido nesta quinta-feira, 23/07, pela promotora de Justiça que atua na área de Direitos Humanos e Saúde em Porto Alegre, Marinês Azmann, na sede da promotoria. O sindicato defende que sejam assinados Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) para permitir aumento na remuneração ante a emergência da epidemia da gripe A (H1N1).

A medida é considerada mais urgente na Capital, por conta da falta de profissionais em postos de saúde e pronto atendimento, o que agrava a sobrecarga em hospitais. O sindicato estima que sejam necessários mais cem médicos para garantir assistência adequada à população. Mas Argollo acredita que os TACs podem ser firmados em outras regiões que também enfrentam dificuldades e alegam limite de gastos para aumentar valores.

"Os recursos têm de vir da União e do Estado. O município está sobrecarregado", alerta o presidente do sindicato. O SIMERS denuncia, desde o final de semana, a precariedade na estrutura na rede local, que inclui mais de 12 horas de espera por consulta em emergências e falta de médicos. A prefeitura oferece R$ 1,3 mil para trabalhar 30 horas semanais. O piso salarial é de R$ 7 mil por 20 horas.

Argollo alerta para a precariedade da estrutura e aumento da demanda. Também defende que o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) assuma a gestão do hospital Luterano e que o Hospital de Clínicas passe a fazer a operação do Independência. Os dois estabelecimentos, pertencentes à ULBRA, somam mais de 200 leitos e estão fechados há mais de três meses.

A superintendente do GHC, Jussara Cony, apoiou a medida e disse que levará a proposta à reunião do conselho gestor do grupo, nesta sexta-feira, 24, em Brasília, e também ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

Acordo recente entre ULBRA e Fazenda Nacional prevê que a universidade utilize bens patrimoniais para quitar dívidas com tributos federais. A ULBRA já declarou que pretende manter apenas o Hospital Universitáiro (HU), em Canoas.
Fonte : Imprensa/SIMERS



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