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CNS quer mobilizar população em defesa dos princípios SUS



16/01/2009
Durante a 193ª reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS), realizada nos dias 14 e 15 de janeiro, em Brasília, algumas questões foram cruciais para o movimento médico no país. Entre elas, a grande mobilização que o CNS quer fazer para conscientizar a sociedade na defesa do Sistema Único de Saúde (SUS).

No documento, elaborado pelo CNS, os conselheiros afirmam que querem a implementação plena do SUS idealizado pelo povo brasileiro. O representante da Federação Nacional dos Médicos, Eduardo Santana, 2º vice-presidente da entidade, disse que a idéia é resgatar os princípios do SUS nos cidadãos brasileiros. "A proposta do Plenário do Conselho é que 2009 seja um ano de luta para fortalecer os princípios do Sistema Único de Saúde no país e mobilizar a sociedade brasileira para que haja uma compreensão de que a defesa e a implementação do SUS não são apenas um compromisso ou uma responsabilidade das entidades que militam pelo movimento, mas um direito e um dever da sociedade como um todo", afirmou.

Segundo Eduardo Santana, ainda é preciso assegurar que as ações no SUS possam garantir uma política de recursos humanos que seja capaz, não só de absorver os profissionais médicos, mas disponibilizá-los à população conforme as necessidades da sociedade. "Os profissionais médicos devem ter condições de exercer eticamente suas profissões no SUS e serem devidamente valorizados," ressaltou Santana.

As ações para a mobilização em defesa do SUS também foram elaboradas e já existem duas frentes que o CNS deve utilizar com prioridade. De um lado, o CNS vai atuar junto aos órgãos de defesa do cidadão como o Ministério Público e o Judiciário para cobrar os compromissos de responsabilidades. Por outro lado, uma grande mobilização em massa será feita para atingir a toda a população.

Outra questão abordada durante a reunião foi o reconhecimento dos cursos de Medicina da UNICENP, Ciências Médicas da Paraíba, e UNICEUMA, conforme critérios da Comissão Interinstitucional de Recursos Humanos (CIRH). Eduardo Santana também se posicionou sobre essa questão e disse que as entidades médicas consideram os critérios utilizados pela CIRH insuficientes para reconhecer ou autorizar novas faculdades de Medicina e que já existe uma mobilização para que esses critérios sejam revistos.

Também foi aprovada uma moção de repúdio ao ataque Israelense à Palestina e um pedido para que a paz se restabeleça prontamente naquela região, entre outras questões.


Confira a matéria completa na rádio FENAM.

Fonte : Taciana Giesel, com edição de Denise Teixeira



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