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MP, SIMERS e SMS definem ações para suprir cirurgias e leitos do Hospital Independência



07/01/2009
Reunião entre Sindicato Médico do RS (SIMERS), Ministério Público e Secretaria Municipal da Saúde (SMS) definiu,no dia 29 de dezembro de 2008, plano de ação para dar conta das cirurgias e urgências pelo SUS de ortopedia e traumatologia que eram atendidas pelo Hospital Independência em Porto Alegre. Pelo encontro, na sede do MP, a SMS ficou responsável por solicitar ao Hospital de Clínicas e Grupo Hospitalar Conceição (GHC), ao qual está ligado o Hospital Cristo Redentor, ampliação de leitos e procedimentos. O que não puder ser realizado pelas duas instituições deverá ser complementado pela rede filantrópica ou até pela privada.

A vice-presidente do SIMERS, Maria Rita de Assis Brasil, destacou que já completa mais de 40 dias que o Independência reduziu drasticamente os atendimentos. "Cabe ao gestor público buscar alternativas, que existem em hospitais como Parque Belém e Beneficência. A população não pode ficar desassistida", preveniu Maria Rita. O Sindicato vem alertando para a gravidade no cancelamento de procedimentos no hospital, que tem tradição neste segmento e uma residência médica com mais de 35 anos de formação de especialistas.

Crise financeira, que provoca atraso na remuneração de profissionais e falta de materiais causou a suspensão de atendimento. Em final de novembro, o SIMERS enviou ofício comunicando a prefeitura da Capital sobre a situação no Independência, solicitando providências imediatas. Mais de 60% dos atendimentos no hospital eram pelo SUS. Dos 70 leitos de cirurgia de traumatologia e ortoepdia do hospital, 42 são credenciados ao SUS. O número representa 15% dos existentes no setor na Capital para atender SUS. Por mês, eram feitas 300 cirurgias pelo Sistema Único de Saúde.

A promotora de Direitos Humanos Ângela Rotunno ressaltou trabalho conjunto para retomar atendimentos, principalmente para demandas mais emergenciais. "Isso garantirá atendimento da população que não tem a quem recorrer", afirmou a promotora. Caso os dois hospitais públicos não possam atender toda a necessidade, Ângela adiantou que será buscado apoio nos hospitais filantrópicos e também em privados. Ela admitiu que pacientes que não foram atendidos no Independência têm se queixado no MP. O gerente de regulação do serviço de saúde pela SMS, Luiz Eurico Laranja Vallandro, assegurou que o município mapeará estrutura.

O Independência opera hoje com escassos atendimentos pelo SUS. Apenas uma das quatro salas de cirurgia está funcionando, mas com baixo fluxo de pacientes. Antes da crise, o serviço chegava a atender mais de 150 pessoas diariamente pelo SUS na emergência. Mas o atendimento é considerado precário, com limitação de equipamentos. Médicos que prestam serviço na UTI e fazem cirurgias garantiram atendiemnto até dia 4 de janeiro. Eles não recebem pagamento desde novembro e consideram insustentável atendem sem nenhuma garantia de remuneração e suporte técnico adequado.
Fonte : Assessoria de Imprensa Sindicato Médico do RS (SIMERS)



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